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terça-feira, 15 de maio de 2012

Fotos Carolina Dieckmann, Exposição e o Deus que Reveste

            O roubo das fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann tem dado o que falar. O fato acabou sendo um alerta sobre o excesso de exposição na internet. O “Fantástico” exibiu uma matéria onde um especialista disse: “Na internet você nunca está sozinho, as tuas informações estão passando por várias centrais, onde pode haver pessoas mal intencionadas.” Ou seja, devemos tomar cuidado com o que e como postamos algo na internet.

Assim como na vida cibernética, na vida espiritual também temos que tomar cuidado com a nossa imagem. O Apóstolo Paulo compara a igreja a um corpo, afirmando que igreja não são as quatro paredes, mas sim, as pessoas que a compõem. E cada pessoa é uma parte desse corpo: o corpo de Cristo. O apóstolo alertou a igreja de Corinto de que estavam expondo esse corpo de forma escandalosa.  Como diz o pastor Marcos Schmidt: “O problema é que a igreja de Corinto estava se expondo em intrigas por exibicionismo espiritual, e imagens íntimas vazaram e criaram escândalo. O que também virou caso de polícia (1 Co 6.1), e literalmente a nudez do corpo transformou-se em imoralidade sexual (1 Co 6.18). Toda a epístola é um interessante manual para proteger a privacidade do corpo de Cristo.”
            
            De acordo com a narração da Criação do mundo relatada em Gênesis, a primeira reação causada pelo pecado de Adão e Eva foi perceber que estavam nus. Em Gênesis 3.10, após Deus ter chamado o primeiro casal, Adão respondeu: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.” O pecado nos deixa nu diante de Deus. Ele nos expõe de uma forma indesejada. Pois, aquilo que queríamos esconder de todos (nossos erros e defeitos), é justamente o que não podemos esconder de Deus. Isso causa medo e faz com que o ser humano se esconda atrás das máscaras de “bonzinho”.


O próprio Deus, vendo nossa nudez espiritual, nos deu a oportunidade de nos vestirmos novamente e, assim, recuperar a nossa honra. Gálatas 3.27 diz: “Porque vocês foram batizados para ficarem unidos com Cristo e assim se revestiram com as qualidades do próprio Cristo.” A nossa honra é recuperada através de Jesus Cristo, que morreu para nos revestir com a sua santidade. O que devemos expor cada vez mais é a nossa honra: Jesus Cristo. Que mostremos essa imagem ao mundo. Amém.
(Artigo de Pr. Ismael Verdin.  c/ base no artigo do pastor Marcos Schmidt - "Nudez Exposta".)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mãe é Mãe



Nada supera o amor de uma mãe pelo filho. Existem, claro, muitas mães desnaturadas e outras tantas despreparadas para conceber e criar filhos. No geral, as mães possuem um amor maternal tão forte e real que supera a toda e qualquer situação.

           

            Na Bíblia, no primeiro livro de Reis, está registrada a história de duas prostitutas que se apresentaram diante do rei Salomão. A questão era que uma delas, enquanto dormia, acabou sufocando seu filho recém-nascido, e resolveu trocá-lo pelo filho vivo da sua companheira, afirmando que o filho vivo era seu. Salomão deveria decidir com quem ficaria a criança. Então o Rei, fazendo uso da sabedoria recebida de Deus, pegou uma espada para cortar a criança viva pelo meio, para que cada mãe ficasse com a metade. Foi assim que descobriu qual era a mãe verdadeira. Enquanto uma concordou com a proposta do rei, a verdadeira mãe preferiu que seu filho fosse entregue à outra. Enfim, “mãe é mãe!” Assim, Salomão pôde devolver o filho a sua verdadeira mãe.


            Só um amor supera o amor de uma mãe pelo filho. É o amor de Deus. Pois nenhuma mãe aguentaria fazer e jamais faria, o que Deus fez: pelo seu imenso amor, deu ao mundo o seu Filho único, Jesus Cristo, para que ele fosse morto na cruz pela humanidade pecadora.

Deus diz em Isaías 49.15: “Será que uma mãe pode esquecer o seu bebê? Será que pode deixar de amar seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, eu nunca esqueceria vocês.” O amor de mãe é enorme, mas o amor de Deus é muito maior. Isso nos consola, pois se a dedicação de uma mãe ao seu filho é tão grande, imagina a dedicação de Deus para conosco.

            Mamães: “Feliz Dia das Mães!” E que todas as mães possam se esforçar para que o lar esteja cheio do amor de Deus, através da Leitura da Bíblia, Oração, Devoção, participação nos cultos e no amor ao próximo. Amém.

(Devoção retirada do “Cinco Minutos com Jesus” de 2010, dia 07 de maio. Com adaptações e acréscimos de Pr. Ismael Verdin)

terça-feira, 1 de maio de 2012

DIA DO TRABALHADOR E O DEUS QUE TRABALHA

       O trabalho é, para muitos, um fardo ou até castigo. Lembramos, assim, o que aconteceu com Adão e Eva, logo após a queda em pecado. Gênesis 3.17: “Você terá de trabalhar duramente a vida inteira a fim de que a terra produza alimento suficiente para você.”

            O trabalho é um castigo por causa do pecado? Não, de forma alguma. Gênesis 2.15 diz que, logo após Deus ter terminado a criação, ele colocou Adão no Jardim do Éden e lhe deu a ordem de cultivar e guardar toda a criação. Adão tinha trabalho e certamente sentia cansaço, pois o sétimo dia fora feito para o descanso. Contudo, o trabalho e o cansaço não eram ruins. Deus olhou para toda a criação e disse: “tudo é muito bom.”

            Trabalhar não é ruim e sentir cansaço também não. Como é bom chegar em casa depois de um dia de trabalho cansativo e poder descansar! Como é ruim ficar dias em casa sem fazer absolutamente nada, até o sono parece ir embora!

            O problema não está no trabalho, mas sim, na desarmonia entre Deus, ser humano e criação. Essa desarmonia é o que faz com que o trabalho seja muitas vezes excessivo e estressante. A maioria das palestras motivacionais em empresas tem buscado a harmonia entre empregados, patrões e a produção. Vemos, ainda, a necessidade de criar um departamento de RH dentro das empresas. Departamento que busca a harmonização. Quando o trabalho está em harmonia, o trabalhador rende mais e trabalha feliz.

            Devemos ainda alertar a não esquecermos a necessidade de nos harmonizarmos com Deus para que tudo vá bem. O problema é que a causa da desarmonia entre Deus e ser humano é o pecado e nós somos pecadores. O que fazer?

            Devemos ser santos e parar de pecar! Mas, bem sabemos que não conseguimos ser completamente santos. Portanto, devemos lembrar que nós temos um Deus que trabalha para o bem daqueles que nele esperam e creem. Deus trabalhou arduamente para poder te harmonizar a Ele. Isso foi feito através de Jesus Cristo, que trabalhou tanto, que suou gotas de sangue, para que os teus pecados fossem perdoados. Quando cremos em Cristo, temos PAZ e Harmonia com Deus.

            É importante lembrar que Deus Pai e Deus Espírito Santo estão trabalhando por ti e em ti dia-após-dia. Deus Pai cria, sustenta, mantém todas as coisas; é Ele quem te dá trabalho e faz com que a terra produza. Deus Espírito Santo trabalha a fé em teu coração e te leva à Igreja Cristã, onde Jesus convida: “Vinde a mim e descansai!” Trabalhem agradecidos ao Senhor que trabalha por vós. Amém.
                                                                                           Pr. Ismael Isaque Verdin.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Aborto e Liberdade


          Um dos vídeos mais acessados no youtube nesta última semana, fala sobre “aborto”. Em apenas dois dias, o vídeo teve mais de 337 mil acessos. Nele, o autor dá sua opinião sobre a legalização do aborto, sendo a favor da legalização do mesmo. Uma frase que chama atenção, quando tece sua opinião sobre o simples aborto, é: “o que você não pode fazer é obrigar as pessoas a viverem no mesmo padrão moral e ético que você tem.”

                Ou seja, segundo o vídeo, a lei de proibição do aborto deveria ser mudada porque não podemos obrigar pessoas a viverem no mesmo padrão moral e ético. Isso é preocupante. Em breve, os assaltantes vão querer derrubar a lei contra o crime porque ninguém pode ser obrigado a viver certo padrão ético. Assim como, alguns políticos acharam que não podiam ser obrigados a serem honestos para ocupar cargos eletivos (lei da ficha limpa).

O vídeo enfatiza bastante a liberdade, afirmando que a mulher deve ser livre para escolher o que quer: se permanece com o bebê ou não. A liberdade enche os olhos do ser humano. Mas o que é liberdade? Parece-me muito claro que muitos acham que liberdade é o direito de eu fazer o que eu quiser da minha vida. Contudo, se seguirmos essa linha, logo nos complicaremos. Ex.: “Se eu posso fazer o que eu quiser, então eu posso tirar a vida de alguém apontando uma arma e apertando o gatilho.” Seria isso liberdade? Muitos responderiam: “Ah, não! Lógico que não.” Então, por que deveríamos permitir tal liberdade contra um bebê? Ou, falando da liberdade de cada indivíduo, cadê a liberdade do bebê?

Através da lógica concluímos que, se seguirmos estes ideais de liberdade, algumas pessoas devem ser livres para tirar a liberdade de outras. Seria esta a liberdade tão almejada pelo ser humano?

Por simples esperteza deveríamos concluir que essa tal liberdade será prejudicial a nós mesmos e ao mundo em que vivemos. Portanto, prefiro ainda seguir aquela liberdade ensinada por Deus, que faz bem a mim e ao mundo em que vivo. Romanos 7.6 diz que eu sou livre para servir a Deus e ao próximo. Esta liberdade é salutar, pois não visa que eu elimine ou diminua alguém para que eu me sinta livre. Pelo contrário, ela preza pela minha educação e amor prevendo servir a liberdade do meu próximo. Assim, se seguíssemos a corrente, é certo que também nos beneficiaríamos dela.

Sigamos o Exemplo de Jesus Cristo, que em tudo era livre, pois é o próprio Deus, contudo, a completa liberdade o moveu a servir o ser humano com a sua própria vida. Assim Jesus disse: “Quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja o escravo de vocês. Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.” (Mateus 20.26-28) Sem dúvida essa liberdade seria loucura aos olhos de um mundo no qual cada um busca a sua liberdade, não importando se eu preciso matar um bebê, ou pisar em alguém ao longo do caminho. Muito embora, se reflito um pouco sobre a existência humana, não demorarei a concluir que essa liberdade Bíblica é a única que faz algum sentido e que, viver essa liberdade utópica que temos buscado, é loucura.
P. Ismael Verdin

terça-feira, 10 de abril de 2012

TITANIC Completa 100 anos

            No próximo final de semana (14 e 15 de abril), completam-se 100 anos do naufrágio do Titanic. No dia 14 de Abril de 1912, o Transatlântico Titanic, que ia de Southampton, na Inglaterra, para Nova York, nos Estados Unidos, chocou-se com um iceberg no Oceano Atlântico e acabou naufragando. Foi uma catástrofe. O número de mortos foi de 1523 pessoas.

       O Titanic era o maior e mais forte transatlântico de seu tempo. Como dizia o capitão: “nada poderia afundá-lo”. Hoje, 100 anos depois, o Titanic deixa uma lembrança importante a todo ser humano: “Não importa o quão seguro e forte você seja, aqui neste mundo você nunca estará completamente seguro.” Ao ser humano, que tende a colocar a sua fé naquilo que é e tem, essa notícia causa angústia e temor.

            Lembramos, então, donde deveria vir a segurança e força do ser humano: “Amar a Deus de todo coração e amar ao próximo como a si mesmo”. Foi para isso que fomos criados. Nossa segurança não está nas coisas que temos e, muito menos, em nosso estatus social; mas sim, no amor. Ela brota da certeza de ser amado por Deus e na ação de amar ao seu próximo. A segurança vem da certeza de que Deus guia a minha vida e que, por mais que eu não compreenda, sei que estando nas mãos de Deus eu estou seguro.
            Ao falar de Naufrágio, o profeta Isaías anunciou algo interessante: “Quando você atravessar águas profundas, eu estarei ao seu lado, e você não se afogará. Quando passar pelo meio do fogo, as chamas não o queimarão.” (Is. 43)

            Diante desse versículo, surge facilmente a pergunta: Mas, então, como 1523 pessoas se afogaram no acidente do Titanic? Devemos nos lembrar da mensagem da páscoa: “Por que buscais entre os mortos ao que vive?” Muitos pensam que a morte é o fim. Esquecem-se da promessa que diz: “você não se afogará.”

            Por mais que as águas do mar da vida venham a te cobrir, se confiares em Cristo como teu salvador, saiba que nunca te afogarás. Pois, a morte para Deus não é o Fim. Ele provou isso quando ressuscitou ao terceiro dia. Onde os olhos humanos não veem solução, Deus é a solução. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, disse Jesus. Desejamos que todos entendam que a verdadeira Paz e Segurança vêm dessa esperança: Cristo venceu a morte.
            Ao compreender a mensagem da páscoa, as palavras de Isaías fazem sentido: “Quando você atravessar águas profundas, eu estarei ao seu lado, e você não se afogará.” Amém.

Pastor Ismael Verdin

terça-feira, 27 de março de 2012

CHICO ANYSIO E A MORTE

           No último domingo (25/03), o Fantástico fez uma bela homenagem ao talentoso humorista que nos deixou. Foi exibido nesta homenagem o “O que vi na vida”, onde Chico Anysio fala sobre morte e vida. Uma frase chamou a atenção: “Sei que vou morrer e não tenho medo de morrer. Tenho pena.”

            Neste domingo, dia primeiro de Abril, a Igreja Cristã celebra o domingo de Ramos. Lembra-se da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado num jumentinho, o povo lhe estendendo os ramos das palmeiras e gritando: “Hosana ao que vem em nome do Senhor!”

            Mas, o que isso tem a ver com Chico Anysio? Bem na verdade, não tem muito a ver com ele, mas com o que ele disse: “Não tenho medo de morrer. Tenho pena.”

            Para entendermos melhor, temos que voltar a Êxodo 12.3, onde diz que no dia dez do primeiro mês cada pai de família escolheria um carneirinho sem defeito. Deveriam preparar e guarda-lo até o dia catorze deste mês, e então deveriam matar os animais. Isso lembrava a saída do Egito, a celebração da páscoa Antiga, onde Deus libertou o seu povo através do sangue do cordeiro no umbral das portas.

            A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém aconteceu exatamente no dia 10 do mês de Nisã (primeiro mês do calendário Judeu). Deus escolheu o seu cordeiro sem defeito. Deus preparou O Sacrifício da páscoa. É exatamente no 14º dia que Jesus é posto na cruz. O Cordeiro de Deus foi abatido para dar o perdão dos pecados à humanidade.
            Jesus, ao entrar em Jerusalém, sabia que estava indo para a cruz. Talvez o pensamento de Jesus fosse semelhante ao de Chico Anysio: “Sei que vou morrer e não tenho medo.” Jesus sabia o que o esperava, mas não tinha medo, pois sabia que a salvação da humanidade dependia do Cordeiro de Deus. A diferença entre Anysio e Jesus é que no caso de Anysio perde-se uma vida, já no caso de Jesus o mundo ganha vida.
            Chico Anysio disse que tem pena de morrer, pois não veria o crescimento de seus netos e amigos queridos. Jesus Cristo, em Lucas 19.41, disse que tinha pena de Jerusalém e até chorou diante da cidade.

            Chico sentiu pena porque ele não veria seus netos (benefício próprio), Jesus sentiu pena porque Jerusalém não conseguia ver o Cordeiro de Deus que estava diante deles (benefício do próximo).
            Aí está, Deus preparando o seu cordeiro para ser dado em sacrifício de uma vez por todas, para o perdão de todo aquele que nele crer. Este cordeiro não tem medo da morte, pois Ele amou o mundo. Mas, ainda sente pena daqueles que não conseguem olhar para Ele e lhe entregar a vida. Amém.
                                                                                          Pastor Ismael Isaque Verdin.

terça-feira, 6 de março de 2012

OBESIDADE INFANTIL E A MODERAÇÃO



     O Ministério da Saúde está preocupado com a obesidade infantil. Uma em cada três crianças está acima do peso. Assim, deu-se início a guerra contra a balança nas escolas, buscando uma reeducação alimentar.


            Mas será que deveríamos nos preocupar só com as gordurinhas? O que fazer contra a obesidade moral, ética e de valores existenciais?

            A obesidade é somente mais uma desarmonia de uma sociedade totalmente desarmônica. Passaram-nos um ideal de vida perigoso: “Carpe Diem”, que quer dizer: “aproveite o dia ao máximo”. Poucos se lembram de olhar a origem desse pensamento. Ele nasceu em Roma, com o poeta romano Horácio. Fora escrito diante de uma sociedade decadente e diante da fragilidade da vida.

            Temos que lembrar de aproveitar o nosso dia, mas não podemos matar a consciência do amanhã. Hoje vivemos esse ideal de uma forma absurda, como se a vida acabasse hoje, não precisando lutar por uma sociedade melhor.
Sem dúvida o momento de fazer as coisas acontecerem é agora, mas não podemos nos empanturrar hoje esquecendo que amanhã teremos que carregar nosso peso.

            Nós, cristãos, devemos lutar por uma sociedade moderada. Pessoas que pensam nos seus atos e suas consequências, que pensam no amanhã e se desdobram por fazer o melhor. De forma alguma somos abstêmios, dizendo que não podemos aproveitar o dia. Mas somos moderados, um povo que sabe como aproveitar o dia.

            O Apóstolo Paulo disse: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.” Somos livres, mas a liberdade pode acabar aprisionando. Assim, lutamos por valores para o nosso mundo, pois nós sabemos que a vida ainda não acabou e, ainda mais, sabemos que a vida não acabará para aqueles que creem em Cristo como seu Salvador, pois sabemos que há vida após a morte. Nós temos esperança e previsão de futuro.

            Para estabelecer valores existenciais, aprendamos a ler o Manual do Criador da vida. Leia a Palavra de Deus para que o Criador lhe molde dentro do plano estabelecido para esse mundo. Até porque não queremos ser obesos morais, espirituais ou físicos. Assim, optamos em tudo pela moderação que é descrita no Livro da Vida, a Bíblia Sagrada.

Artigo escrito por Pastor Ismael Verdin